sábado, 19 de dezembro de 2015

Filme: Star Wars VII - O Despertar da Força

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Star Wars - O Despertar da Força
(Star Wars: Episode VII - The Force Awakens)

Ano: 2015
Duração: 145 minutos
Gênero: Aventura , Ação , Ficção científica
Pontuação:  ( 5/5 )

"Muito tempo após os fatos de "O Retorno de Jedi", encontra-se a Primeira Ordem, uma organização sombria iniciada após a queda de Darth Vader e do Império. O grupo está em busca do poderoso Jedi Luke Skywalker, mas terão que enfrentar outro grupo em busca de Luke: a Resistência, liderada por Leia. ."

(Sem SPOILERS! )


Wow! 5/5 pode parecer uma nota meio exagerada, mas a verdade é que não consegui achar nada além de pontos muito específicos para criticar nesse filme. A sessão começou por volta de 18.20 e terminou pra lá de 20.40 e eu confesso que não senti esse tempo passar. No geral, sou do tipo ultra-impaciente em uma sala de cinema (em qualquer lugar em que eu tenha de ficar parada, na verdade), e dessa vez, mesmo com as cadeiras super desconfortáveis do Cineart, assisti esse filme do começo ao fim sem sentir o peso do tempo perdido sentada.

Estou segura ao afirmar que esse é um filme para fãs. O cuidado do diretor em manter muito da trilogia original nesses filmes é sentida na primeira nota da trilha sonora, que preserva a mesma montagem do original. Não é só na música, porém, que encontramos as semelhanças com os filmes passados: As transições a la Power Point, o movimento de câmera com foco um pouco maior que o plano americano, as cores e paletas, cenas e montagens de cenário e perspectiva e o clima. Sim, o clima do filme é um sopro suave e nostálgico dos filmes passados.

Apesar desse apego, porém, não vejo como alguém totalmente leigo em Star Wars também não possa aproveitar o filme. É um classudo de ação com humor, clímax e batalhas bem equilibradas. O vilãozão desse filme convence mesmo nas cenas de "desconvencimento", os protagonistas novos ganham o destaque merecido e, claro, os efeitos especiais não vieram com aquela sensação horrível de O Hobbit de que você está, na verdade, assistindo uma grande e ininterrupta cutscene.



O mais importante, porém, foi a sensação de pertence que esse filme foi capaz de criar dentro de mim. São três (quatro, se você contar com um ser não-humano que aparece no meio do filme) mulheres em posição de comando inseridas com tamanha naturalidade que aquele teste de substituir por um personagem de gênero oposto deixa claro que há um ótimo equilíbrio na personalidade de cada uma delas. A protagonista é forte, independente e tão incrivelmente incrível que finalmente pude sair de um filme desse gênero com aquela vontade de: MEU DEUS QUERO SER COMO ELA!!

A construção da narrativa confere um encaixe natural a todos os personagens de destaque desse episódio: todos têm o seu lugar sob o holofote, e o desenvolvimento sutil do que nos é permitido conhecer de seus backgrounds é algo que funciona tão bem que logo somos cativados pelos novos personagens da série, e deixa furos que alimentam a curiosidade de quem desvenda a trama juntamente dos seus atores.


Saí de lá ansiosa pelo próximo, e acho que isso é suficiente para mim.
(To shippando o vilão e a protagonista, mesmo certa de que me frustrarei no final, huahuah)



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